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Julgamento do narcotraficante João Branco está marcado para 13 de abril, diz TJ-AM

Julgamento do narcotraficante João Branco está marcado para 13 de abril, diz TJ-AM

O caso foi adiado cinco vezes. Na última vez, durante o julgamento realizado no dia 25 de agosto de 2017, os advogados de João Branco, de Marcos Roberto Miranda da Silva, o “Marcos Pará”, Diego Bruno de Souza Moldes e Messias Maia Sodré, abandonaram o júri após alegarem que o trabalho da defesa ficou prejudicado por conta de pedidos indeferidos e também pela ausência de uma testemunha considerada primordial.

Na ocasião, a defesa de outro réu, Mário Jorge Nobre de Albuquerque, o “Mário Tabatinga”, preferiu permanecer no julgamento e esperar a decisão do júri. Ele foi condenado a 5 anos, 6 meses e 15 dias por associação criminosa e ocultação de bem ilícito. Como já tinha cumprido três anos da pena, cumpriria o restante em regime aberto.

Segundo o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM), o interrogatório de João Branco deve acontecer novamente por videoconferência, conforme a última decisão do processo. No julgamento do ano passado, o narcotraficante afirmou que preferia ficar em silêncio e apenas se limitou a dizer que seus advogados iriam se pronunciar por ele.

Agora no júri que acontece no dia 13 de abril, João Pinto não será defendido pelo advogado José Maurício Neville, pois já que abandou o júri não pode mais advogar no processo. O narcotraficante está preso na Penitenciária Federal de Catanduvas, no Paraná, enquanto Marcos Pará permanece na Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte. Já Messias Maia Sodré e Diego Bruno de Souza Moldes estão em unidades penitenciárias do Estado do Amazonas.

O delegado da Polícia Civil Oscar Cardoso foi assassinado no dia 9 de março de 2014 com 18 tiros de pistola ponto 40 e 9 milímetros em frente à casa dele, na rua Negreiros Ferreira, bairro São Francisco, Zona Sul da cidade. Ele foi titular da Força Tarefa da Secretaria de Segurança Pública e afastado das funções após ser preso na operação “Tribuna de Rua” com mais seis policiais, todos acusados de comandar um grupo de milícia que praticava crimes de extorsão, sequestro, tráfico de drogas e corrupção ativa.

Ao ser ouvido como a quarta testemunha no julgamento do caso ‘Oscar Cardoso’, o ex-titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), Paulo Martins, afirmou que a motivação do crime seria vingança, uma vez que João Pinto Carioca, o João Branco, acreditava que a mulher dele havia sido sequestrada e estuprada a mando de policiais comandados por Cardoso.

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