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Manaus, 23 de outubro de 2018

Susam apresenta investimentos em obras, ampliação de leitos e eliminação das filas

Em um ano de administração, que se completa neste mês de outubro, a atual gestão da Secretaria de Estado da Saúde (Susam) apresenta a organização dos pagamentos para as empresas terceirizadas; a economia de R$ 300 milhões com a auditoria e revisão dos contratos, podendo aplicar na melhoria do atendimento; a retomada dos repasses para os municípios do interior, que já receberam mais de R$ 62,6 milhões, além de R$ 18 milhões em convênios para recuperação dos hospitais; a criação de 359 novos leitos na rede pública; a conclusão de obras que estavam paradas; a realização de reformas e melhorias em quase todas as unidades da capital, com investimentos de R$ 65 milhões.

O balanço foi apresentado pelo secretário estadual de Saúde, Orestes Guimarães de Melo Filho, que completa um mês no cargo, mas que está desde o início da administração, antes ocupando a secretaria executiva do órgão. Ele anuncia, para os próximos meses, a abertura de mais 367 novos leitos, boa parte deles com a entrega da nova etapa do Hospital e Pronto-Socorro da Zona Norte; a inauguração da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Zona Norte, na Cidade Nova, já agora em outubro; a retomada dos transplantes de rins em novembro; a reforma de mais unidades na capital; a conclusão da entrega de 110 ambulâncias compradas pelo Governo do Estado – faltam apenas 36 – e da instalação de 306 aparelhos de ar-condicionado, que estão substituindo os antigos, restaurando o sistema de refrigeração das unidades, além da aquisição, já em curso, de mais 200.

Das 110 ambulâncias compradas pelo Governo, 74 já foram entregues, 16 delas para Manaus. Desse total, são 78 para o interior e 32 para a capital. São 72 de Suporte Básico e 38 de Suporte Avançado, equipadas com Unidade de Terapia Intensiva (UTI). No interior, 45 municípios já receberam ambulâncias.

Em medicamentos e insumos, segundo Orestes de Melo Filho, o atual Governo já investiu R$ 169 milhões. “A capacidade de abastecimento da Central de Medicamentos (Cema) era de apenas 19% da demanda das unidades. O restante estava sendo comprado pelas próprias unidades, sem padronização e controle. Não havia controle do abastecimento, de estoques e de fluxo de pagamentos. Tudo isso foi organizado. A Cema desenvolveu aplicativo para acompanhamento de todos os processos e implantou o Programa Proeme em Casa, para entrega de medicamentos em domicílio, a pacientes acamados”, relatou.

Texto: Susam

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