Movimento Pró-vida Manaus realiza ato público contra o aborto

O movimento Pró-Vida Manaus vai realizar no próximo sábado (4) um ato público contra o aborto, na Praça Domingos Russo, localizada na Avenida Djalma Batista, na Zona Centro-Sul de Manaus. O grupo também pedirá a aprovação imediata da PL 4754/2016, que puniria ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) sempre que houvesse usurpação de competência por parte do tribunal.

Um das idealizadores do Pró-Vida na capital amazonense, Karen Alencar, afirmou que a manifestação vai ocorrer no dia 4 de agosto, porque a partir do dia 3 estará acontecendo uma audiência pública para discutir a legalização do aborto até os três meses de vida pela Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental, a ADPF 442.

“Está em tramitação no STF uma ADPF que legaliza o aborto. O nosso manifesto é contra o próprio órgão, porque ele não pode legislar nesses casos. A maioria do povo brasileiro é contra o aborto. Vamos fazer este ato para conscientizar a população. O ativismo judicial é anticonstitucional, o STF não tem autoridade para legislar”, disse uma das organizadoras.

O Pró-Vida é um movimento nacional que conta com a participação de pessoas de diversas religiões e profissões. Em Manaus, trinta pessoas participam das atividades. “O nosso movimento tem várias crenças e atuamos em diversas situações. Fazemos manifestações, oferecemos acompanhamento psicológico, logístico e médico para as grávidas e desenvolvemos campanhas de doações para os bebês”, explicou Karen.

Outra iniciativa do grupo é desenvolver pesquisas contra a cultura de morte no Brasil. “Temos um núcleo que desenvolvemos a parte de estudos. Temos ajuda de advogados, pedagogos e professores, que estudam a cultura da morte no nível nacional, na América Latina e em todo o mundo”, ressaltou.

A expectativa do movimento Pró-Vida Manaus é que cerca de 600 pessoas participem do ato público no próximo sábado (4). A programação está prevista para começar por volta das 7h30. “Querem legalizar o aborto, mas são várias situações que estão por trás disso. Tem muitas mulheres que tratam o aborto como normal, mas é crime. Estamos lutando contra o aborto, lutamos contra a cultura da morte, devido os processos sociais. O aborto traz consequências para a mulher”, completou.

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