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Manaus, 21 de outubro de 2018

Meninos tailandeses revelam como faziam para amenizar frio em caverna

Os meninos queriam explorar a caverna por apenas uma hora, em uma excursão depois do treino de futebol. O objetivo era relaxar após do exercício físico. Começou a chover e as águas subiram. Desta forma, o grupo procurou um lugar mais alto, usando as mãos para sentir as paredes e encontrar abrigo.

As marcas de mãos estavam entre os primeiros sinais encontrados. Elas levaram à descoberta do lugar onde o time se abrigou para escapar da inundação. Estas marcas também ajudaram os mergulhadores a identificarem melhor os perigos que teriam de enfrentar para completar a missão de salvar todos os 13. Agora que os garotos estão se recuperando, começaram a compartilhar as histórias sobre o que enfrentaram para sobreviver.

Banphot Konkum, pai de Duangpetch Promthep, de 13 anos, relatou o que ouviu do filho. Segundo o menino, os integrantes da equipe não sabiam que a chuva havia começado pouco depois da entrada na caverna. “Depois de uma hora, quando eles quiseram sair, o nível da água estava subindo. Eles correram ainda mais para dentro da caverna para escapar da água”, contou.

Os garotos e o treinador encontraram um pequeno espaço e fizeram um buraco para chegar ao ponto seguinte, até que encontraram o declive arenoso onde acabaram se abrigando.

Aikhan Wiboonrungruang, mãe do mais jovem do grupo, Chanin Wiboonrungruang, de 11 anos, também compartilhou o relato do filho. Ele explicou que levar comida não era importante, pois estavam planejando apenas uma caminhada curta. “Após as primeiras três noites na caverna, meu filho sentiu fome extrema e chorou, disse ela ao Bangkok Post. “Ele teve que contar apenas com a água que pingava da rocha. Fazia muito frio à noite e estava escuro. Eles tiveram que dormir amontoados.”

Seu filho, de apelido Tun, contou a atitude do treinador de ensiná-los a meditar para aliviar a fome e economizar energia.

Um dos mergulhadores, Rick Stanton, classificou a operação de resgate como “território completamente desconhecido” e não havia certeza de que os garotos seriam encontrados com vida.

Stanton relembrou o momento, no dia 2 de julho, quando ele e seu parceiro, John Volanthen, encontraram os meninos. “Foi inacreditável”, disse. “Eles pareciam estar em boa saúde mas é claro que quando voltamos, tudo em que podíamos pensar era em como iríamos tirá-los. Então houve alívio temperado com incerteza”, relembrou o mergulhador.

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